Para os leitores do meu blog que vivem em Salvador, esses já estão cientes da situção na cidade, para os que não, é bom saberem o que acontece em nosso país.
Sim, Salvador já foi uma cidade boa de se viver, com suas belezas naturais, seu estilo próprio, suas raízes históricas, suas festas profanas e sagradas ao mesmo tempo, ah, Salvador é linda de se ver, não tenho nenhuma dúvida. O problema atual é o total abandono da cidade por parte dos nossos governantes, temos um prefeito, o pior já visto na história da cidade, que mas parece que nem temos, um cara que não tem coragem, que abandonou a cidade e temos um governador omisso à tudo que o prefeito faz, afinal, acho que ele pensa que não é problema dele, com a intenção de deixar o prefeito "se queimar" sozinho, mas acho que precisamos lembrar a ele que Salvador faz parte da Bahia e inclusive é a sua capital.
Pronto, já temos os grandes culpados, mas meu objetivo aqui não é só falar deles não, é lembrar que somos muitos e não fazemos nada. O povo de Salvador precisa de educação, somos extremamente mal educados, não respeitamos as leis de trânsito, não contribuimos com o próximo, não colaboramos com o meio ambiente, mas achamos lindo a falta de educação e a classificamos como baianidade nagô. Ah, essa baianidade não é a real, o estilo hospitaleiro e carinhoso do baiano, é sim uma desculpa para fazermos o que queremos nessa terra sem dono e sem lei. Nessa semana vi que em um só dia foram recolhidos 450 quilos de lixo da praia da Barra, será possível? Quem jogou isso lá não foram extraterrestres, e sim pessoas que com certeza reclamam da sujeira sem ter um pingo de consciência.
Desde terça-feira a polícia militar vem ameaçando parar, a população não queria reviver o passado, quando ficamos trancados em casa e a cidade ficou totalmente fantasma devido à greve dos militares. É, não teve muito jeito, foi apenas uma parcela, mas foi criando força, e para chamar atenção, o que fizeram? Tocaram o terror na população, ameaçaram pessoas trabalhadoras, aterrorizaram mães e crianças. Será essa a melhor forma de demonstrar insatisfação? Será que eles não pensam que quem está sendo aterrorizado é a população e que os seus familiares, amigos não são excluídos do terror?
Sim acho que o policial deve reivindicar os seus direitos, eles têm a vida exposta todos os dias para defender a população e merecem o reconhecimento disso, assim como acréscimos e gratificações em seus salários, mas acredito que toda essa manifestação poderia ter sido mais pacífica e humana, só isso.
Carnaval está chegando e as pessoas só se preocupam com a segurança na festa, além de pensarem que a cidade estará cheia de turistas, mas se lembrem que vivemos aqui todos os dias do ano e precisamos mudar essa realidade não só no verão e carnaval, Salvador precisa melhorar principalmente para os soteropolitanos que vivem aqui o ano inteiro, seja inverno, outono ou primavera.
Esperamos que tudo fique em paz, lembrando que a sensação de insegurança aqui não se dá apenas com a greve da polícia, mas sim todos os dias que saímos de nossas casas e estamos sujeitos à ação de bandidos.
Vale a pena refletir!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Texto: Adequação de assuntos.
A cada dia que passa tenho mais certeza de uma coisa, temos que tomar cuidado com o que falamos e para quem falamos.
A vida a todo momento me ensina que mesmo com os amigos, existem assuntos que não devem ser abordados, isso evita discussões, brigas e desgastes. Sim, muitas vezes acho essas limitações um saco, mas as pessoas não são iguais e não vão pensar, nem muito menos agir igual a você, mesmo tendo consciência disso, você pode acabar se chateando com o que ouve. Você tem um pensamento o outro tem um completamente oposto, é muito difícil alguém mudar ou ser convencido a mudar, ou seja, isso gerará apenas apenas discussão atrás de discussão e não levará a lugar nenhum.
Por isso costumo dizer que dentro dos nossos amigos existem subgrupos. Tem os amigos de sair para a farra, tem os amigos de sair para programações lights, existem os amigos ideais para conversar sobre o trabalho, outros preferimos conversar sobre a família, também os que desabafamos sobre os nossos problemas e os que falamos sobre o nossos amores. Ao longo da amizade vamos conseguindo perceber e adequar as amizades, mas logicamente que existem aquelas mais completas, onde você tem mais afinidade com o jeito e pensamento do outro.
Como sou uma pessoa que evita julgar o outro, seu comportamento e suas escolhas, por saber que tenho as minhas fragilidades o que não me deixa ter moral para de fato me meter e opinar com dureza em certas situações, gostaria que as pessoas fossem assim comigo também. É, eu gostaria, mas isso não é possível, cada um é como é e pronto, não devemos esperar do outro a mesma atitude que temos com ele, nem sempre conseguimos isso.
Portanto, hoje, limito os meus assuntos para determinadas pessoas, afinal, quem disse que eu tenho paciência para ficar ouvindo o que eu não quero? Ah sim, é duro ouvir a verdade, mas não estou falando da verdade ou do que as pessoas acreditam ser a verdade, estou falando da simples escolha de não querer escutar o outro e apenas escutar a si mesmo, ouvindo o que é ideal para lhe fazer feliz e pronto.
A vida a todo momento me ensina que mesmo com os amigos, existem assuntos que não devem ser abordados, isso evita discussões, brigas e desgastes. Sim, muitas vezes acho essas limitações um saco, mas as pessoas não são iguais e não vão pensar, nem muito menos agir igual a você, mesmo tendo consciência disso, você pode acabar se chateando com o que ouve. Você tem um pensamento o outro tem um completamente oposto, é muito difícil alguém mudar ou ser convencido a mudar, ou seja, isso gerará apenas apenas discussão atrás de discussão e não levará a lugar nenhum.
Por isso costumo dizer que dentro dos nossos amigos existem subgrupos. Tem os amigos de sair para a farra, tem os amigos de sair para programações lights, existem os amigos ideais para conversar sobre o trabalho, outros preferimos conversar sobre a família, também os que desabafamos sobre os nossos problemas e os que falamos sobre o nossos amores. Ao longo da amizade vamos conseguindo perceber e adequar as amizades, mas logicamente que existem aquelas mais completas, onde você tem mais afinidade com o jeito e pensamento do outro.
Como sou uma pessoa que evita julgar o outro, seu comportamento e suas escolhas, por saber que tenho as minhas fragilidades o que não me deixa ter moral para de fato me meter e opinar com dureza em certas situações, gostaria que as pessoas fossem assim comigo também. É, eu gostaria, mas isso não é possível, cada um é como é e pronto, não devemos esperar do outro a mesma atitude que temos com ele, nem sempre conseguimos isso.
Portanto, hoje, limito os meus assuntos para determinadas pessoas, afinal, quem disse que eu tenho paciência para ficar ouvindo o que eu não quero? Ah sim, é duro ouvir a verdade, mas não estou falando da verdade ou do que as pessoas acreditam ser a verdade, estou falando da simples escolha de não querer escutar o outro e apenas escutar a si mesmo, ouvindo o que é ideal para lhe fazer feliz e pronto.
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